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Guia para Jovens Professores de Fagote no Século XXI

Este guia almeja oferecer algumas estratégias pedagógicas aos que desejam iniciar uma carreira como professor de fagote no século XXI.


Parte 1

 

Qual é o seu objetivo como docente? Formar fagotistas ou formar artistas que tocam fagote?


Para auxiliar aos que leem este artigo a responderem a esta questão, preciso definir o que eu entendo por “fagotista” e “artista.”


Considerando que estamos a tratar neste texto sobre a formação do fagotista profissional que executará a “música de concerto,” neste contexto, o termo “fagotista” refere-se ao especialista que obteve um treinamento para a execução deste instrumento. Alguém que aprendeu e dominou os princípios de embocadura e produção de som, o dedilhado técnico, conceitos sobre confecção, ajuste e manutenção de palhetas. Para atingir seus objetivos profissionais, o conhecimento e domínio do repertório considerado standard, o que inclui obras solo, de câmara, e orquestral, também é parte fundamental deste treinamento.

A definição de artista é deveras complexa e curiosa. Alguns autores e dicionários da língua portuguesa definem o termo como “Pessoa que pratica uma das belas-artes, especialmente uma das artes plásticas ou dos seus prolongamentos actuais.”[1] Ou, “Quem exerce uma das belas-artes, especialmente pintura ou escultura.”[2] Embora ambos dicionários apresentem mais definições sobre este verbete, incluindo a atividade musical, é curioso notar que, não somente na língua portuguesa, geralmente o ofício de artista tende a ser associado primeiramente às manifestações artísticas relacionadas à pintura, escultura e dança, e não à música. Aliás, é interessante notar que “músicos eruditos,” em sua maioria, se apresentam ou se denominam “músicos” e não “artistas.”

O que eu defino como “artista” é alguém que é capaz de “ver o todo.” E isso envolve tudo relacionado à performance musical: da técnica à cultura geral, do idiomatismo do estilo aos recursos psicológicos e teatrais que podem emocionar o público. O todo! O foco deste breve guia não é definir esses termos em profundidade. A pretensão deste que vos escreve é oferecer ferramentas para que docentes e discentes possam ter uma visão holística do ensino e fazer musical através do fagote.


A relação mestre-aprendiz versus o aluno do século XXI

Antes da padronização do ensino em massa, do surgimento do método e do advento do Conservatoire[3], a pedagogia do ensino de instrumentos era baseada na relação mestre-aprendiz. O ensino era condicionado ao julgamento do mestre, que podia dosar o que deveria ou não ser ensinado. Afinal, ao formar um aluno, o mestre estava também formando um concorrente para um mercado muito restrito. E, nesta relação mestre-aluno, cabia ao aprendiz absorver todos os ensinamentos e seus pormenores, reproduzi-los, aperfeiçoá-los, e, se possível, superá-los.

No século XXI, apesar do modelo de ensino de instrumento ainda apresentar muitas semelhanças com a metodologia do período pré-Conservatoire, o aluno do século XXI não é mais dependente de um mestre-tutor que detém todo o conhecimento sobre os “mistérios do ofício.” Se antes do advento da internet comercial, o acesso à informação sobre fagote e sua pedagogia era extremamente limitado, atualmente, o profissional desta àrea pode vislumbrar uma vasta quantidade de material pedagógico disponível. Entretanto, tal facilidade pode ter também gerado um outro problema: o excesso de informação. A dificuldade agora é saber como fazer uma apurada triagem do material que atenderá as necessidades do instrutor, ou como adaptar o material que se tem à disposição e adequá-lo à sua realidade. Quando analisamos essa abundância de informação da perspectiva do aluno, o cenário pode se tornar ainda mais problemático. Estudantes sem nenhuma ou pouca familiaridade com a literatura e bibliografia fagotística podem facilmente se perder devido a larga quantidade de fontes on-line.

Outro problema que tem assolado o século XXI é a redução do tempo da capacidade de foco e concentração. Se por um lado nosso cérebro tem aprimorado a capacidade de ser multi tarefa, um efeito colateral tem sido que o tempo de capacidade de atenção tem diminuído. Alguns especialistas defendem que na verdade aprendemos a ser mais seletivos, com mais inclinação aos estímulos visuais, especialmente depois da chegada dos smartphones. Mas, como isso afeta a nossa área? Ensinar o aluno como estudar de maneira objetiva e focada tem sido um dos grandes desafios que tenho observado atualmente, especialmente da geração X ou iGeneration. Por isso, é mister para o neófito no campo do ensino de fagote e da performance, esclarecer e estabelecer como o curso de fagote será estruturado, qual sistema de organização da rotina de estudo será usado, como o aprimoramento “cultural fagotístico” e artístico será explorado, repertório, bibliografia, recitais, masterclasses, e oportunidades de ensino.


Syllabus – “O contrato”

O primeiro passo para organizar as atividades de ensino é criar um Syllabus[4]. Alguns, ao traduzir esta palavra para a língua portuguesa, traduzem-na simplesmente como “Programa de Estudos. Essa tradução pode levar a um equívoco pois “syllabus” significa muito mais do que o programa a ser desenvolvido durante o curso. Este documento é o contrato de trabalho entre quem lecionará o instrumento e os estudantes . Ao desenvolver este documento, docentes devem incluir todas as regras que serão adotadas durante o semestre (pontualidade e atraso, falta de preparo para as aulas, etc), material a ser utilizado durante o semestre (do simples “lápis com borracha” até métodos e obras), dias de aulas e horários, objetivos, expectativas, datas de recitais, e demais informações consideradas cruciais para o funcionamento da classe de fagote. Tenha em mente que por mais amigável que a relação “professor-aluno” seja, ainda sim, como professor, você está numa relação profissional. Você é um especialista que está a prestar um serviço. As regras, direitos, e deveres devem estar claros para ambos.


Calendário de aulas

Ao planejar as aulas, sempre tenha em mente qual é o principal objetivo do aluno para o semestre corrente. Você está a preparar este estudante para um recital de fim de semestre? Para uma audição para uma orquestra ou banda? Para a ingressar em uma universidade ou conservatório? A pergunta é necessária pois ela o ajudará a aplicar a metodologia apropriada, a criar prazos, a selecionar o repertório adequado, e organizar um caledário de metas realístico e executável. Minha sugestão para elaboração do calendário de aulas é seguir uma ordem cronológica inversa. Baseado na minha experiência profissional e pedagógica, tenho observado que esse formato tem se mostrado o mais eficaz para os meus alunos. Ao criar uma “lista invertida de eventos” que devem acontecer da semana do recital até a primeira semana da escolha das peças proporciona uma visão mais ampla de todos os aspectos envolvidos na performance final do estudante. Com esse modelo, desde detalhes como quem estará responsável pela arrumação do palco e estantes e quem estará responsável pela gravação, até pontos fundamentais como o planejamento do tempo de estudo investido em cada obra, ensaio com acompanhadores ou grupos de câmaras, análise e pesquisa sobre o repertório, notas de programa, serão facilmente cobertos durante a preparação. Veja abaixo um simples exemplo de um modelo de ordem cronológica inversa que pode ser aplicado:


Estudante M – Esquema de Preparação Semana do Recital no Segundo Semestre 2020

20a Semana - 15 de Dezembro – Recital (Ensaio Geral no local, o mais próximo possível da data do concerto)

19a Semana - 8 de Dezembro - Pré-recital completo para uma audiência privada (Escolas, Asilos, Igreja, etc.)

18a Semana - 1 de Dezembro - Pré-recital completo para amigos e colegas (Figurino para o recital)

17a Semana - 24 de Novembro – Gravação do Repertório para divulgação em Mídias Sociais e Notas de Programa

16a Semana - 17 de Novembro – Pré-Recital para turma de fagote (com feedback dos colegas e do professor)

15a Semana - 10 de Novembro – Teste de Resistência - “Recital Pessoal” e gravação para auto-análise

14a Semana - 3 de Novembro – “Meio Recital 2” (Contactar alguém para gravar o recital e tirar fotos em Dezembro)

13a Semana - 27 de Outubro – “Meio Recital 1” (Contactar “virador de páginas” e assistente de palco em Dezembro)

12a Semana - 20 de Outubro – Primeiro ensaio com acompanhadores ou grupos de câmara

11a Semana - 13 de Outubro - Prazo final para “limpar” as passagens mais complicadas

10a Semana - 6 de Outubro – Fim dos processos dos “estudos técnicos”

9a Semana - 29 de Setembro – “Estudos Técnicos”

8a Semana - 22 de Setembro – “Estudos Técnicos”

7a Semana - 15 de Setembro – “Estudos Técnicos

6a Semana – 8 de Setembro – “Estudos Técnicos”

5a Semana – 1 de Setembro – “Estudos Técnicos”

4a Semana – 25 de Agosto – “Estudos Técnicos”

3a Semana - 18 de Agosto - Fim dos Estudos Analíticos e Interpretativos + Estudos Técnicos

2a Semana – 11 de Agosto – Estudos Analíticos e Interpretativos + Estudos Técnicos

1a Semana – 4 de Agosto – Escolha do Repertório, planejamento do esquema de estudos, solfejo


O calendário acima é somente um exemplo. Esse esquema organizacional pode (e deve) ser adaptado para atender às suas necessidades e realidade.


Outro esquema organizacional que considero tão importante quanto o modelo acima proposto é o esquema diário de preparação. Neste esquema, todas as atividaes diárias devem ser preparadas semanalmente, em conssonância com o modelo semestral. Na minha opinião, esse esquema é o que mais requer atenção pois, neste caso, é necessário conciliar as atividades diárias com a rotina de estudo. Este modelo terá de ser desenvolvido única e exclusivamente pelo estudante. Vale ressaltar que este modelo não é fixo e pode mudar conforme a agenda de atividades pessoais. Professores podem sugerir ou recomendar mais ênfase em uma específica obra ou exercício quando necessário. Embora existam outras formas de organização e gerenciamento de tempo, eu sempre sugiro aos meus alunos que usem o sistema de ciclos e/ou a técnica de Pomodoro para as sessões de estudo. Os ciclos podem ser alternados e adaptados conforme a disponibilidade de tempo de cada estudante. Vale lembrar ao docente que a individualidade e privacidade dos estudantes devem ser preservadas. Estudantes não devem ser questionados sobre o que é feito no tempo livre. Aliás, neste esquema, o estudante é fortemente encorajado a separar um tempo para projetos pessoais e lazer. Abaixo, podemos ver alguns exemplos de esquemas de rotinas diárias no estudo semanal.


Exemplo 1


Exemplo 2


Rosemarie (Music minor – Bassoon and Philosophy)

Fall 2019 – Sophomore

Daily routine - Cycles

Cycle One:

10 minutes—scales and warm ups

5 minutes—focus scales

15 minutes—jury piece

15 minutes—assigned etudes

15 minutes—jury piece

Cycle Two:

15 minutes—focus scales

15 minutes—fingering exercises

15 minutes—Pares scales

15 minutes—assigned etudes

Cycle Three:

10 minutes—scales and warm up

5 minutes—focus scales

15 minutes—assigned etudes

15 minutes—band pieces

15 minutes—jury piece

Exemplo 3




Exemplo 4



Exemplo 5



O Repertório do século XXI

Como qualquer outro instrumento da orquestra, o fagote também possui um repertório considerado standard. Como e quando este repertório será apresentado é uma decisão que somente o professor(a) poderá tomar após uma avaliação do nível do aluno. Eu veementemente recomendo aos colegas que criem a sua própria lista de “repertório standard.” E, após a criação desta lista, criem uma lista de obras consideradas “essenciais.” Na lista de obras essenciais, docentes devem incluir as obras que podem não pertencer ao repertório considerado “standard” mas, que também são importantes, devido ao contexto histórico, social, nacional, técnico, etc. Por exemplo, na minha lista de repertório “essencial,” eu incluo valsas específicas de Mignone, choros, e obras com técnica expandida como Niggun ou Wanderung de Philippe Hersant. A lista de repertório essencial teve ter uma finalidade pedagógica. Ela deve ser composta de obras que instrutores acreditam que oferecerão uma experiência musical que o repertório considerado standard não oferecerá. De posse destas duas listas, agora é o momento de combiná-las e definir como o seu curso de fagote será organizado. Crie listas “realizáveis.” Dificuldade técnica e resistência física, devem, imperativamente, ser fatores levados em consideração. Caso a instrutora ou instrutor esteja a ensinar em uma instituição, não se esqueça de considerar o tempo de duração do calendário escolar/acadêmico (semestral, mensal, anual, etc.). Também é importante connsiderar a filosofia e o projeto pedagógico da instituição e as convicções filosóficas dos seus estudantes. Por último, mas não menos importante, essas listas devem ser revisadas e, se necessário, atualizadas periodicamente.


Listas de Repertório da Contemporaneidade

Nesta parte do artigo, gostaria de refletir com o leitor sobre alguns temas da contemporaneidade que considero essenciais para a criação de uma lista de repertório relacionada à atual conjuntura.

Música Contemporânea

Mesmo com a crescente conscientização da predominância do repertório clássico-romântico europeu, e as suas características inerentes, nos programas de estudos em conservatórios e em universidades, ainda observo uma lenta inclusão de obras fora do recorte mencionado acima. Observa-se uma baixa ou falta de colaboração dentro de algumas instituições de ensino de música, entre alunos compositores e os alunos de instrumentos. Tal processo colaborativo poderia proporcionar um rico crescimento técnico-musical uma vez que o estudante experienciaria uma oportunidade ímpar como estrear uma composição musical. Interessante notar que, como musicistas, estávamos mais expostos à produção e performance de “musica contemporânea” nos séculos passados do que no atual. Importante frisar que por música contemporânea, não refiro-me somente à musica de vanguarda, ou um repertório que exija um aparato eletrônico. Refiro-me exatamente ao significado de “contemporâneo:” do tempo presente, de “hoje.”


Gênero, Minorias, e Diversidade

Inclusão e diversidade, em todos espectros, são outros fatores que, finalmente, aparentam estar a ganhar maior conscientização no meio da música de concerto atualmente. A discussão de como incluir representantes desses segmentos na lista de repertório deve ser cuidadosa para que clichês não seja reproduzidos e estereótipos não sejam reinforçados. Se por um lado uma obra deve sobresair por “si mesma” e não por uma mera questão de gênero ou identitária, é praticamente impossível que não existam obras compostas por indivíduos pertencentes a estes segmentos minoritários que não apresentem a excelência necessária para compor o repertório do fagote. Eu fortemente encorajo docentes e discentes a buscarem peças que possam oferecer essa representatividade e incluí-las em seus planos para futuros recitais. Felizmente, existem trabalhos acadêmicos e bibliografias que podem auxiliar os interessados a explorar essas possibilidades.


Música Popular, Foclórica, e Jazz

Embora seja considerado um instrumento de orquestra, o fagote é, sem nenhuma dúvida, um instrumento versátil e que oferece uma riqueza de cores sonoras. Temos exemplos de fagotistas profissionais que conseguem explorar essa versatilidade com maestria no Brasil e no exterior. A discussão e abordagem de outras linguagens que não pertencem ao “canon” do repertório fagotístico precisam se intensificar e serem mais incentivadas. Alguns defendem que esse tipo de repertório não seria suficiente para desenvolver a técnica fagotística. Entretanto, esta alegação não corresponde à defesa que faço neste artigo sobre este tipo de repertório. Eu defendo que este tipo de música também seja incluída nas listas de repertório. A exigência técnica e fluidez de articulação do choro, a variedade e exotismo tonal da música folclórica brasileira, a flexibilidade e, ao mesmo tempo, precisão do samba e da bossa nova, o conhecimento profundo de harmonia para improvisação jazzística, e outros gêneros musicais precisam ser considerados com mais seriedade e incorporados ao nosso repertório e metodologia de ensino.


Música Protestante

Considerando-se que existe uma grande quantidade de estudantes de música que são oriundos e/ou atuam em igrejas protestantes, eu recomendaria aos colegas a também considerar esse repertório religioso como uma ferramenta pedagógica para abordar elementos musicais. É importante ter em mente que o repertório performado em espaços religiosos também consomem o tempo de estudo desses músicos. Ademais, a negligência de instrutores sobre as atividades musicais executadas fora do ambiente acadêmico ou escolar pode sugerir uma falta de sensibilidade ou respeito com seus estudantes e isso pode ser prejudicial para relação professor-aluno. Em inúmeros casos, essas instituições religiosas servem ou serviram como patrocinadoras desses estudantes, oferecendo os primeiros ensinamentos teóricos e/ou até mesmo o primeiro instrumento musical. Este assunto é controverso e demanda um debate profundo. Embora eu não corrobore com a ideia que música protestante e currículo acadêmico devem ser misturados, eu não posso ignorar a realidade desses discentes. A minha sugestão aos jovens professores é que tentem demonstrar um interesse sobre todos os tipos de atividades musicais que seus estudantes estejam a participar. Conversem com seus estudantes sobre o tipo de repertório trabalhado e deixe claro para ele ou ela que, havendo necessidade de assistência para elucidar alguma passagem técnica ou interpretativa, você estará disposto a ajudar, independente do repertório. Com relação à música religiosa, explorem tópicos pertinentes às questões musicais (e somente às questões musicais). Por exemplo, quase todos os hinários das igrejas protestantes são baseados em corais de J.S. Bach. Com esses hinários em estilo “coral,” pode-se trabalhar afinação e timbre. Quartetos de fagote podem usá-los para aprender a balancear e equalizar o som. Também pode-se explorar e desenvolver técnicas de leitura à primeira vista e transposição.


Amparado pelos tópicos sugeridos nos parágrafos anteriores, ofereço sugestões temáticas para recitais de fagote. Docentes e recitalistas são livres para performar um recital integral ou, simplesmente, incluir uma ou duas obras dos grupos sugeridos abaixo. O objetivo é oferecer opções que possam ajudar docentes e discentes a ampliar as alternativas ao repertório tradicional.

 

Música Contemporânea Composta por Mulheres

 

Fagote Hispânico

Obras da América Espanhola para Fagote

 

Releituras

Obras de Outros Instrumentos Transcritas para Fagote

 

Orientalismo

Música do Oriente Médio e Asiática para Fagote

 

Música para Fagote Composta por Compositores Negros ou com Temas Afro-Brasileiros

 

Música do Nosso Tempo

 

Música Eletrônica para Fagote

 

Fagote e Folclore

O Cancioneiro Brasileiro

 

Obras Compostas para Fagote por alunos de de cursos de composição

 

Fagote e Cia.

Arranjos e Transcrições para Fagote e Formações “não convencionais”

 

Fagote e Worship

Hinos e Louvores Arranjados para fagote e Praise Band

 

Música Transformativa

Compositorxs Gays e Trans e suas Obras

 

Exemplos de “Syllabi”[5] de cursos de fagote em algumas instituições de nível superior nos EUA

The University of Mississippi Applied Bassoon Syllabus

The Michigan State University Bassoon Studio

Ithaca College

University of Akron – Bassoon Lesson Syllabus

University of Florida

 

Notas [1]"artista", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/artista [consultado em 09-07-2020]. [2] Dicionário Aurélio Online [3] Conservaoire de Paris fundado em 1795. [4] Links com exemplos de Syllabus (na língua inglesa) podem ser encontrados no fim deste documento. [5] Plural de Syllabus

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ANDRÉ JANUÁRIO 

Bassoonist & Researcher

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